Sou formada em Publicidade e Propaganda; Letras Inglês e Português; fiz Pós-graduação em Planejamento Educacional e Docência do Nível Superior; e Mestrado em Educação.

sábado, 16 de novembro de 2019

REFERÊNCIAS NBR 6023/2019, O QUE MUDOU NA ABNT?


Olá pessoal, voltei! Peço desculpas por não postar há tanto tempo, mas estive bastante ocupada com BASTANTE trabalho x estudos x família!

Hoje quero fazer uma atualização das normas da ABNT e vou começar pelas REFERÊNCIAS! O QUE MUDOU?

As NBR’s são as normas técnicas que foram aprovadas e são colocadas em vigor pela ABNT, que é o órgão que aprova ou não as normas. A NBR 6023/2018 que é a norma técnica para a referenciação de qualquer tipo de conteúdo que possua algum autor ficou da seguinte forma:

Saiba o que considerar ao fazer referências:

·       Espaçamento: Você pode escolher um espaço simples para separar uma referência de outra ou pode escolher dois espaços simples. A escolha é sua! Mas precisa ser padrão em todas as referências.
·       Alinhamento: Alinhamento à esquerda
·       Ordenação: Devem ser ordenadas alfabeticamente de forma ascendente. 
·       Títulos e Subtítulos devem ser separados usando-se dois pontos.
·       Os títulos das obras, livros, artigos, etc você agora pode escolher como colocar em evidência, repito, É UMA ESCOLHA SUA: pode ser colocado em negrito, em itálico ou sublinhado. 
·       As palavras IN e et al. passam a ser em ITÁLICO em todo texto. 


Como Fazer Referências de LIVROS

·       LIVROS – Apenas 1 autor:


SOBRENOME, Nome Abreviado. Título: subtítulo (se houver). Edição (se houver). Local de publicação: Editora, data de publicação da obra.

Exemplo: 

QUEIRÓZ, E. O Primo Basílio. 25. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1878.
ou
QUEIRÓZ, E. O Primo Basílio. 25. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1878.
ou
QUEIRÓZ, E. O Primo Basílio. 25. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1878.

·       LIVROS –  Até 3 autores

O procedimento é o mesmo que o anterior, porém, são escritos os nomes dos 3 autores separados por ponto e vírgula seguido de espaço. Você deve colocar SEMPRE o sobrenome em caixa alta, mas pode escolher colocar somente a abreviação dos outros nomes ou colocar o nome completo.

Exemplo: 

ADES, LEANDRO; KERBAUY, Renato Araújo. Análise sobre o Comportamento de Compra. 5. ed. São Paulo: Editora USP, 2002.
 ou
ADES, L.; KERBAUY, R. R. Análise sobre o Comportamento de Compra. 5. ed. São Paulo: Editora USP, 2002.


·       LIVROS – Mais de 3 autores

Aponta-se apenas o primeiro e acrescenta-se a expressão latina et al. em ITÁLICO.

Exemplo:

SILVA, L. et alComo a Poluição Afeta nossa Saúde. 1 ed. Curitiba: Editora Sol Nascente, 2002.


·       LIVROS – Quando o autor é desconhecido:

TÍTULO EM CAIXA ALTA. Cidade: Editora, ano de publicação. página.

Exemplo:

AS VÁRIAS FACES DA SAÚDE. São Paulo: Editora Academia, 1994. 

Referências de sites (Links da Internet)

Retirou alguma informação de algum site relevante? SEMPRE PREFIRA UTILIZAR OS ARTIGOS CIENTÍFICOS QUE SÃO OS ÚNICOS CONFIÁVEIS. Para esta citação, use:

SOBRENOME DO AUTOR, Nome do autor. Título do artigo em itálico ou negrito ou sublinhado. Ano. Disponível em: link. Acesso em: 10 nov. 2019.  

Exemplo:

ALVES, Yhanne. O MELHOR BLOG É O SOSMONOGRAFIASDisponível em: http://sosmonografia.blogspot.com/2009/02/referencias.html. Acesso em: 10 nov. 2019.

Teses, Dissertações e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

AUTOR, Nome abreviado. Título. Orientador: Xxxxx. Ano de Apresentação. Número de Folhas. Categoria.Instituição, Local, ano.

Exemplo:

Carvalho, João Soares, A Metodologia nas Humanidades. 1994. 20f. Dissertação de Mestrado. Universidade Portuguesa, Lisboa, 1994.

Entidade Coletiva (Empresas, Associações, Órgãos Governamentais, Etc.)

NOME DA ENTIDADE. Título em destaque. Cidade:Editora, Ano.

Exemplo:

MINISTÉRIO DO TURISMO. Avanço do Turismo no Litoral. São Paulo: 2001.

Quando você usa dois livros ou mais dos mesmos autores, você deve ordenar por ano e se for o mesmo ano, você acrescenta as letras a, b, c, etc.

EXEMPLO:

ÚLTIMO SOBRENOME, Nomes. Título em destaque. Cidade:Editora, Ano.

ALVES, Yhanne.  Como desenvolver uma monografia. Brasília: Editora, 2017.
OU
ALVES, Yhanne.  Monografia não é um bicho de 7 cabeças. Brasília: Editora, 2018.
 OU
ALVES, Yhanne.  Amor à monografia. Brasília: Editora, 2019a.
OU
ALVES, Yhanne.  Como elaborar uma monografia. Brasília: Editora, 2019b.

Quando você usa O MESMO AUTOR, não precisa repetir o nome na linha de baixo, basta usar o espaçamento.

EXEMPLO: 

ALVES, Yhanne.  Amor à monografia. Brasília: Editora, 2019a.
_____________.  Como elaborar uma monografia. Brasília: Editora, 2019b.


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Hipóteses em pesquisa de Monografia


É normal a busca das hipóteses no processo de escrita de monografia, quando ainda se está na fase de elaboração de um projeto de pesquisa.
No entanto, esta não é uma regra, já que a hipótese da pesquisa de um TCC fundamentado em uma pesquisa de campo, por exemplo, poderia ser mais propriamente denominada como uma suposição.
A melhor definição para este elemento em um trabalho monografico, também denominada de suposição ou teoria, apesar de serem estes termos menos comuns, seria o de uma afirmação, que pode mesmo ser negativa, ou seja, negar o tema da monografia, mas que tem o peso de apresentar uma possibilidade, profundamente baseada no problema da pesquisa monografica.
Esta deve ser passível de confirmação ou de negação, e será a partir dela que se montará a metodologia de pesquisa apresentada no projeto de pesquisa. Há várias formas de hipóteses, sendo que uma das maiores dúvidas para os alunos, ao escrever suas monografias/TCC, é não saberem escolher qual o melhor modelo hipotético.
Uma hipótese da pesquisa deve ser verificável, comprovável ou negável, mas ela não pode deixar de apresentar um caminho para a pesquisa monografica.
O que acontece com muitos alunos, ao escolherem sua suposição de pesquisa e, após montado o anteprojeto e iniciada a escrita da monografia, e ao efetivarem a pesquisa bibliográfica ou de campo, de acordo com o caso mas principalmente neste último, é descobrirem que o elemento hipotético inicialmente apontado foi negado pelo experimento ou pela pesquisa realizada, o que pode ser frustrante para alguns.
Isto é mais frequente em monografias cuja metodologia de pesquisa seja profundamente embasada em experimentos e investigações variadas e mais complexas, de resultados mais imprevisíveis, de forma que um exemplo em que haja negação de hipóteses anteriormente apresentadas ocorre comumente em monografias de dissertação de Mestrado. Mas não se preocupe. Uma resposta negativa também é uma resposta, tão válida quanto uma positiva, de forma que seu trabalho não será inviabilizado. Assim, se isso ocorrer, trate sobre no texto, principalmente nas considerações finais do trabalho, e durante a condução das pesquisas, redirecione-as para os resultados que surgiram.
 

TIPOS DE HIPÓTESES DE PESQUISA

Havendo vários gêneros hipotéticos, torna-se difícil, muitas vezes, definir qual o melhor a ser aplicado. Porém, devido aos elementos próprios a toda hipótese, fica mais fácil acertar na escolha.
Primeiramente, poderíamos tratar das teorias da pesquisa. Elas geralmente se fazem presentes em uma monografia em que a metodologia é baseada em estudos práticos ou de campo, ou seja, em que haja necessidade realmente de uma pesquisa bem fundamentada. Nestas situações, sempre se usará deste tipo de elemento investigativo. As razões fundamentadoras são coligadas às variáveis da investigação e da metodologia cientifica, que influenciam diretamente a busca das teses.
Outro tipo de suposição é aquela denominada como diretiva. Ela aponta o caminho da pesquisa, já que aponta mais claramente o efeito da causa, ou o problema. Por exemplo:
- Os peixes que se alimentam com ração de origem animal desenvolvem 30% a mais de gordura.
Já uma teoria para monografia/TCC não diretiva não aponta o caminho da pesquisa, apesar de também fazer uma afirmação:
- Os peixes que se alimentam com ração de origem animal possuem mais gordura
Existe também a suposição vazia. Esta forma de afirmação hipotética, mais usada em monografias ou pesquisas em que haja uma base estatística mais ampla, não apresenta uma suposição.
Esta forma de apresentação, por ser ampla, é mais difícil de ser refutada, mas por vezes pode demonstrar um aluno um pouco preguiçoso e que não quer correr riscos. O ideal é evitar, sempre que possível, o uso de uma suposição vazia.
QUANDO POSSO FAZER MINHA HIPOTESE?
Uma boa hipótese pode ser feita quando o aluno já tem um pouco de domínio sobre o tema de sua pesquisa, de forma que já possa fazer uma predição, mais ou menos elaborada, sobre o que esperar durante a pesquisa para seu TCC ou sua dissertação de mestrado.
Sendo que o papel da suposição é de orientação, ela deve ser capaz de indicar o resultado esperado se um dos elementos do problema monográfico se modifica.
HIPOTESE OU SUPOSIÇÃO? QUAL A DIFERENÇA?
Você saberia afirmar a diferença? Em uma monografia, geralmente o termo mais utilizado seria o de suposição, ao invés de hipótese, já que na quase totalidade dos TCCs ou dos projetos de pesquisa, o que é denominado como teoria, na verdade, se encaixaria mais propriamente no conceito de suposição.
- A suposição nunca apresenta um resultado possível de ser verificado, nunca contam com uma solução para o problema da monografia.
- Nunca contam com uma relação de causa e efeito.
- A suposição seria ainda mais ampla e menos verificável que a hipótese vazia ou estatística apresentada acima.
Assim, as suposições são afirmações mais básicas, ao contrário das hipóteses, que necessariamente precisam estabelecer relações entre os diversos elementos do problema e precisam ser colocadas como relações causais e efeito.
Torna-se ainda óbvio afirmar que o estabelecimento da hipótese, ou das hipóteses em uma monografia ou um TCC deve ser coeso com os demais elementos do trabalho monografico ou do projeto de pesquisa.
COMO ESCREVER UMA BOA HIPOTESE
Aqui, vamos relembrar: a hipótese em uma pesquisa monografica ou mais especificamente em um projeto de pesquisa precisa correlacionar aspectos do problema em uma relação de causa e efeito. Precisa também ser comprovável, ou negável, com a realização de experimentos, pesquisas ou análises.
A resposta a uma boa teoria deve ser conclusiva, do tipo: a afirmação ou é verdadeira ou não é, não sendo possível considerar válida somente uma parte dela, ou aceitá-la sob ressalva. É claro que não podemos confundir aqui uma teoria escrita em um texto monografico/TCC e a validade da pesquisa. Em relação a esta última, é claro que a resposta dificilmente será sim, não, verdadeira ou falsa em absoluto, sempre cabendo ressalvas.
Em relação à hipótese de pesquisa, isto é verdadeiro porque cada projeto de investigação ou monografia terá várias teorias, geralmente cada uma para cada objetivo específico do projeto. Assim, a situação hipotética será escrita de modo simples, de escrita bem esclarecedora e deve resumir o mínimo possível de elementos variáveis, de preferencia construir uma hipótese para cada variável, assim não há risco de errar.
Alguns pontos para elaborar uma boa hipótese em uma monografia, um projeto de pesquisa ou um TCC:
- Ela deve ser passível de verificação por experimentos, pesquisas ou análises;
- Cada situação hipotética deve ter limites, não podendo albergar todas as variáveis do problema de pesquisa;
- Ela deve determinar a relação entre variáveis da pesquisa;
- Seguindo a regra de escrita de trabalhos monograficos, sua redação deve ser simples e direta;
Ao escolher as suposições, o aluno precisa determinar quais as variáveis mais importantes, não valendo a pena “encher linguiça” com variáveis que não são importantes para seu trabalho.
AS VARIÁVEIS
Por variável, define-se geralmente, tal como parece, tudo aquilo que não é fixo, o que não é estável, o que é inconstante, o mutante, sendo geralmente aplicado no âmbito da metodologia.
Ao procurarmos na literatura especializada, poderemos encontrar uma grande gama de definições para tal elemento. E isto se deve à própria amplitude do termo, mas todas abordam justamente a questão da mutabilidade de uma característica, e que com esta modificação, o resultado do problema da investigação também se alteraria.
Deste modo, poderíamos inferir e estabelecer, que no âmbito do fator hipotético, uma variável é qualquer elemento que será mensurado, controlado e caracterizado em uma determinada pesquisa.
E não é de outro modo que se tem que é preciso determinar, na construção das hipóteses, justamente quais são as questões variantes e influenciadoras, que serão as escolhidas, de acordo com o contorno metodológico a ser adotado pelo autor da monografia ou do TCC.
Um erro relativamente comum neste âmbito é querer delinear variáveis hipotéticas que não podem ser verificadas, ou porque o aluno não terá condições de fazê-lo, ou porque simplesmente é impossível no momento, ou por qualquer outro motivo. O risco aqui é muito grande, e não se deve dar um passo maior do que as pernas.
Ainda para melhor definir a questão: uma variável da hipótese pode assumir distintos resultados, tanto no universo quantitativo como qualitativo da investigação, sendo importante, mesmo essencial, que estas estejam claramente definidas, ainda de acordo com o recorte da pesquisa a ser desenvolvida.
 
Exemplos de Hipóteses:
1) Numa monografia com pesquisa de campo [entrevistas, questionários, etc] onde a pergunta é:
Que medidas poderão ser implementadas a fim de preparar o oficial militar para passar à situação de inatividade?
Hipótese 1: Implementação de um grupo de trabalho composto de inativos, para coordenarem as atividades de orientação aos oficiais em vias de ir para inatividade.
Hipótese 2: Necessidade de um programa com responsabilidade social da corporação, para acompanhamento dos militares inativos e suas respectivas famílias.
Hipótese 3: Reformular as atividades do oficial militar, ao ingressar nos últimos 2 ( dois ) anos de carreira.
Hipótese 4: Necessidade de um programa de preparação para inatividade.
2) Com o advento do Código do Consumidor, o brasileiro pôde, finalmente, contar com uma lei que o protegesse, entre outros problemas ligados ao consumo, das propagandas ditas “enganosas” ou “abusivas”. Nesse contexto, encontram-se as crianças e os adolescentes, os mais vulneráveis à publicidade em razão de a mentalidade crítica não estar desenvolvida. Até que ponto a legislação pátria acerca do assunto, pode coibir os males provocados por tais propagandas, principalmente no que concerne às crianças?
HIPÓTESES
  • Existem legislações que regulam publicidades em geral, tanto quanto ao conteúdo quanto aos possíveis abusos.
  • O Estatuto da Criança e do Adolescente garante o direito à informação, trazendo regras específicas quanto às informações direcionadas ao público infanto-juvenil.
  • O Código Internacional de Prática Publicitária, da Câmara Internacional do Comércio estabelece que os anúncios, em nenhum caso, devem explorar a credulidade natural ou a falta de experiência das crianças.
  • Os jovens, atualmente, formam um grupo cada vez maior de consumidores em potencial e, por essa razão, tornam-se alvos fundamentais na mira das agências de publicidade.
  • A influência da globalização está presente em praticamente todas as propagandas direcionadas ao público infanto-juvenil e que se expressam em uma infinidade de produtos estrangeiros.
  • Não obstante a importância da globalização para a difusão da cultura no mundo, as propagandas de produtos estrangeiros, direcionadas ao público infanto-juvenil, ensejam em sério risco de perda das particularidades e da cultura de cada povo.
  • A publicidade massiva provoca em crianças e adolescentes a substituição de valores culturais e a adoção – ou expectativa de adoção – de um estilo de vida que nem sempre corresponde à sua realidade.
  • A publicidade voltada para o público adolescente explora a fragilidade de sua personalidade ainda em formação, principalmente no que concerne à sua aceitação por determinados grupos de amigos.
  • A propaganda veiculada para crianças e adolescentes manipula desejos, provocando resistências ao crescimento e desenvolvimento mental, considerados normais para as faixas etárias.
  • A eficácia das leis voltadas à informação da criança e do adolescente requer a atuação de toda a sociedade, principalmente da família, das escolas, dos movimentos organizados, além dos programas sociais em defesa desse público.
Espero ter ajudado!!


















































quinta-feira, 6 de junho de 2013

Numeração de páginas no Word 2010: como fazer

 

Parte 1: Vá até a página do SUMÁRIO que é a última folha que você faz numa monografia antes de iniciar o texto – INTRODUÇÃO [Começamos a numeração a partir da introdução – sem contar com a página de rosto]

 

Exemplo: Se a sua monografia tem até o sumário 9 páginas – esqueça a folha de rosto e comece a numeração pelo 8 a partir da introdução.

 

Coloque o cursor uma linha após o SUMÁRIO [como mostrado abaixo]

image

Parte 2:

Depois de colocar o cursor no lugar – vá em LAYOUT DE PÁGINA –

Depois em QUEBRAS – depois em PRÓXIMA PÁGINA -

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Parte 3:

Agora clique em INSERIR

depois em NÚMERO DE PÁGINA

depois em INÍCIO DA PÁGINA

Escolha a formatação da sua Instituição

[geralmente é o modelo 3, conforme mostrado abaixo]

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Parte 4:

Agora clique em VINCULAR AO ANTERIOR

e volte as páginas e apague todos os números anteriores, menos ESTE que acabou de aparecer.

 

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Parte 5:

Agora clique com o botão direito do mouse em cima desse número que está no texto [o único número que ficou logo no início do texto]

e depois clique em FORMATAR NÚMERO DE PÁGINAS e coloque o número que você quiser -

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vou colocar o número 8.

 

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Parte 6: final 

Agora clique em ESC para voltar a página normal sem cabeçalho-seção e vejam como ficou [páginas 8 e 9 sequenciais].

 

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Espero ter ajudado!

 

BOA SORTE !!!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Contatos

http://www.facebook.com/sosmonografias.carla?ref=tn_tnmn


ou por e-mail:


sosmonografias@hotmail.com
(61) 8560.8060

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Chat online

Pessoal, hoje eu acordei com uma ideia e gostaria de compartilhar e pedir a opinião de vocês.

Como recebo muitos e-mails com dúvidas sobre monografias, resolvi fazer um chat online com quem se interessar. O que vocês acham? Qual seria o melhor horário para vocês????

 

Para participar, basta entrar no grupo SOS Monografias do facebook:

 https://www.facebook.com/groups/sosmonografia/

Vou fazer uma enquete e os dois horários mais votados vou disponibilizar para tirar as suas dúvidas ok?

Não se esqueçam: esse chat é importante para que cada dúvida seja compartilhada com todos os participantes!

Um beijo no coração de todos!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Dicas de Tema para Monografia

Muitas pessoas me escrevem com duvidas sobre o tema para a monografia. Olha só, antes de toda monografia, o seu Professor vai pedir um Pré-Projeto, que é nada mais, nada menos que um GRANDE resumo da sua monografia.
A primeira coisa a fazer é escolher um tema relacionado ao SEU CURSO. Tem pessoas que escolhem um tema nada a ver, como por exemplo, um aluno de Administração que fez um pré-projeto sobre “as formigas cortadeiras”. Como assim?? Oi??? E o professor dele não orientou ele até a entrega final do pré-projeto. OU seja, quando ele me ligou e eu expliquei que o tema não tinha nada a ver com o seu curso, o aluno entrou em desespero!

Gente, tem que ser um tema relacionado ao seu curso, claro!!

Então, você está aí estudando há pelo menos dois anos, que é o menor prazo de um curso, certo? Se você faz Administração, pare e pense em um tema que durante o seu curso, te deu prazer, ou deu vontade de estudar mais a fundo, ou talvez você já trabalhe na área e quer expandir os horizontes, e por aí vai. Apenas pare, pense e veja um tema que te desafie, ou, para os mais preguiçosos, escolha um tema fácil e manda ver!!

O segundo passo é ir atrás de livros e artigos científicos sobre o tema. A minha segunda monografia, do meu segundo curso, eu escolhi um tema que mexeu comigo durante todo o meu curso, só que, quando fui atrás de livros, não existia praticamente NADA sobre o assunto. Então eu tive que desistir, afinal, não sou uma Doutora para escrever com propriedade sobre o tema que eu queria.

Continuando… vá atrás do máximo de livros que você puder pegar, porque quanto mais livros, você vai conseguir escrever mais e melhor sobre o assunto. Caso não tenha livros, esqueça! Procure outro tema! Esse não é o caso por exemplo da área de Saúde e Direito, que podem ser utilizados artigos científicos.
O terceiro passo: Para escolher o seu tema, você se fez uma pergunta, exemplo: “humm… eu quero falar sobre a dificuldade da inclusão da criança portadora de Down na escola. Minha pergunta pode ser: Por que o portador de Down tem dificuldades para entrar na escola? Será que é a falta de vagas? falta professores qualificados? As escolas mantém um programa especial para estes alunos? Quais são as maiores dificuldades para a inclusão destes alunos na rede escolar?”
Lembrem-se, eu já expliquei em outros posts anteriores, todo pré-projeto, projeto e monografia precisam ter: tema, pergunta de pesquisa, objetivo geral e pelo menos 3 objetivos específicos e durante a monografia, você vai escrever sobre os temas específicos respondendo à sua pergunta de pesquisa, certo?
Continuando…. mantendo estes pensamentos, você já      1) matou o tema: “As dificuldades encontradas para a inclusão do portador de Down em sala de aula”
2) já matou a pergunta de pesquisa: “quais as maiores dificuldades da inclusão do portador de Down em sala de aula?”
3) Já matou o objetivo geral: “o presente trabalho tem o objetivo geral de apresentar as maiores dificuldades na inclusão do portador de down em sala de aula”.
4) Já matou os objetivos específicos: a) os professores são qualificados para este tipo de aluno? b) qual o papel do governo na inclusão do portador de down em sala de aula? c) a escola oferece suporte para esse tipo de aluno? d) qual é a maior dificuldade do portador de down com relação ao aprendizado?
Feito isso, agora é separar os livros que respondem a todas essas perguntas. Quanto mais livros e artigos científicos, melhor!

Agora, é só iniciar a sua monografia!

Para o caso da necessidade da PESQUISA DE CAMPO, você pode escolher por exemplo duas escolas que não aceitam o portador de down e duas que aceitam. Faz um questionário baseado nos objetivos específicos/pergunta de pesquisa/tema e aí partir para a análise e interpretação dos dados utilizando o autor que você usou no referencial teórico. Ex: A excola A diz que não tem professor habilitado para tratar o aluno Down, porque, segundo a escola, o Governo não ajuda na formação para esse professor e bla bla bla. O autor X está de acordo, quando diz que não existem programas voltados ao aluno down e bla bla bla”.

Bom… eu acho que é isso!
Se tiver alguma dúvida, me escreva aqui que eu respondo para todos entenderem ok?

Grata!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

COMO FAZER REFERÊNCIAS II

 

1  REFERÊNCIA

1.1 Referência é a representação dos documentos efetivamente citados no trabalho.

o Nota: Para documentos consultados pode-se fazer uma lista adicional usando o título "Obras cosultadas".

2  ELEMENTOS ESSENCIAIS & ELEMENTOS COMPLEMENTARES SEPARADOS POR TIPO DE PUBLICAÇÃO

2.1.  Monografia  no todo (livros, dissertações, teses etc...)

2.1.1 Dados essenciais:

o Autor;

o Título e subtítulo;

o Edição (número);

o Imprenta (local: editora e data).

2.1.2 Dados complementares:

o Descrição física (número de páginas ou volumes), ilustração, dimensão;

o Série ou coleção;

o Notas especiais;

o ISBN.

2.2  Partes de monografias (trabalho apresentado em congressos, capítulo de livro, etc...)

2.2.1 Dados essenciais:

o Autor da parte referenciada;

o Título e subtítulo da parte referenciada, seguidos da expressão "In:" ;

o Referência da publicação no todo (com os dados essenciais);

o Localização da parte referenciada (páginas inicial e final).

2.2.2 Dados complementares:

o  Descrição física;

o  Série;

o  Notas especiais;

o  ISBN.

2.3  Publicações Periódicas ( revistas, boletins etc...) coleção.

2.3.1 Dados essenciais:

o Título do periódico, revista, boletim;

o Local de publicação, editora, data de inicio da coleção e data de encerramento da publicação, se houver.

2.3.2  Dados complementares:

o Periodicidade;

o Notas especiais (mudanças de título ou incorporações de outros títulos, indicação de índices);

o ISSN.

2.3.3 Fascículos, suplementos, números especiais com título próprio

2.3.3.1  Dados essenciais:

o Título da publicação;

o Título do fascículo, suplemento, número especial;

o  Local de publicação, editora;

o Indicação do volume, número, mes e ano e total de páginas.

2.3.3.2 Dados complementares:

o Nota indicativa do tipo do fascículo, quando houver (p. ex.: ed. especial);

o Notas especiais.

2.3.4 Partes de publicações periódicas (Artigos)

2.3.4.1 Dados essenciais:

o Autor do artigo;

o Título do artigo, subtítulo (se houver);

o Título do periódico, revista ou boletim;

o Título do fascículo, suplemento, número especial (quando houver);

o Local de publicação;

o Indicação do volume, número, mês e ano e páginas inicial e final;

o Período e ano de publicação.

2.3.4.2 Dados complementares:

o Nota indicativa do tipo de fascículo quando houver (p. ex.: ed. especial);

o Notas especiais.

2.4  Artigos em jornais

2.4.1 Dados essenciais:

o Autor do artigo;

o Título do artigo, subtítulo (se houver);

o Título do jornal;

o Local de publicação;

o Data com dia. mês e ano;

o Nome do cademo ou suplemento, quando houver;

o Página ou páginas do artigo referenciado.

o Nota: Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo precede a data.

2.4.2  Dados complementares

o Seção;

o Caderno ou suplemento.

3   ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS

3.1  As referências podem ter  uma ordenação alfabética, cronológica e sistemática (por assunto). Entretanto neste manual, sugerimos a adoção da ordenação alfabética ascendente.

3.2  Autor repetido: Quando se referencía várias obras do mesmo autor, substitui-se o nome do autor das referências subsequêntes por um traço equivalente a seis espaços.

3.3  Localização: As referências bibliográficas podem vir:

o  Em listas após o texto, antecedendo os anexos;

o  No rodapé;

o  No fim do capítulo;

o  Antecedendo resumos, resenhas e recensões.

4.  ASPECTOS GRÁFICOS

4.1  Espaçamento: as referências devem ser digitadas, usando espaço simples entre as linhas e espaço duplo para separá-las.

4.2  Margem: As referências são alinhadas somente à margem esquerda.

4.3   Pontuação:

o Usa-se ponto após o nome do autor/autores, após o título, edição e no final da referência;

o  Os dois pontos são usados antes do subtítulo, antes da editora e depois do termo In:;

o  A virgula é usada após o sobrenome dos autores, após a editora, entre o volume e o número, páginas da revista e após o título da revista;

o  O Ponto e vírgula seguido de espaço é usado para separar os autores;

o  O hífen é utilizado entre páginas (ex: 10-15) e, entre datas de fascículos seqüenciais (ex: 1998-1999);

o  A barra transversal é usada entre números e datas de fascículos não seqüenciais (ex: 7/9, 1979/1981);

o  O colchetes é usado para indicar os elementos de referência,  que não aparecem na obra referenciada, porém são conhecidos (ex: [1991]);

o  O parêntese é usado para indicar série, grau (nas monografias de conclusão de cusrso e especialização, teses e dissertações) e para o título que caracteriza a função e/ou responsabiblidade, de forma abreviada.(Coord., Org., Comp.).

Ex: BOSI, Alfredo (Org.) 

o As Reticências são usadas para indicar supressão de títulos.

    Ex: Anais...

4.4  Maiúsculas: usa-se maiúsculas ou caixa alta para:

o  Sobrenome do autor;

o  Primeira palavra do título quando esta inicia a referência ( ex.: O MARUJO);

o  Entidades coletivas (na entrada direta);

o  Nomes geográficos (quando anteceder um orgão governamental da administração: Ex: BRASIL.  Ministério da Educação);

o  Títulos de eventos (congressos, seminários, etc.).

4.5  Grifo: usa-se grifo,   itálico ou negrito para:

o  Título das obras que não iniciam a referência;

o  Título dos periódicos;

o  Nomes científicos, conforme norma própria.

4.6  Abreviaturas devem ser conforme a NBR10522

5  AUTORIA

5.1 Autor Pessoal

o Nota: "Indicar o sobrenome, em caixa alta, seguido do prenome, abreviado ou não desde que haja padronização neste procedimento, separados entre si por ponto e vírgula seguidos de espaço" (NBR 6023)

5.1.1 Um Autor

SCHÜTZ, Edgar. Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de metas. Florianópolis: Insular, 1997. 104 p.

5.1.2 Dois Autores

SÓDERSTEN, Bo; GEOFREY, Reed. International economics. 3. ed. London: MacMillan, 1994. 714 p.

5.1.3 Três Autores

NORTON, Peter; AITKEN, Peter; WILTON, Richard. Peter Norton: a bíblia do programador. Tradução: Geraldo Costa Filho. Rio de Janeiro: Campos, 1994. 640 p.

5.1.4 Mais de três Autores

BRITO, Edson Vianna, et al. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. 6. ed. atual. São Paulo: Frase Editora, 1996. 288 p.

o Nota: Quando houver mais de três autores, indicar apenas o primeiro, acrescentando-se a expressão et al. Em casos específicos tais como projetos de pesquisa científica nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar autoria, é facultado indicar todos os nomes.

5.1.5 Autor Desconhecido

o Nota: Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título. o termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. 

PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, Lenilson Naveira e. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 3. ed.  Rio de Janeiro: Record, 1990. 247. p. 212-213.

5.1.6  Pseudônimo:

o Nota: Quando o autor da obra adotar pseudônimo na obra a ser referenciada, este deve ser considerado para entrada. Quando o verdadeiro nome for conhecido, deve-se indicá-lo entre colchetes após o pseudônimo.

ATHAYDE, Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. Debates pedagógicos.  Rio de Janeiro:  Schmidt, 1931.

5.2 Organizadores, compiladores, editores, adaptadores etc.

o Nota: Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador, editor, coordenador etc., a entrada da obra é feita pelo sobrenome, seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses. Quando houver mais de um organizador ou compilador, deve-se adotar as mesmas regras para autoria (ítens: 5.1 a 5.5)

BOSI, Alfredo (Org.). O conto brasileiro contemporâneo. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 1978. 293 p.

5.3  Autor Entidade Coletiva (Associações, Empresas, Instituições).

o Nota: Obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes, entrar diretamente pelo nome da entidade, em caixa alta, por extenso, considerando a subordinação hierárquica, quando houver

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto Astronômico e Geográfico. Anuário astronômico. São Paulo, 1988. 279 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Centro de Estudos em Enfermagem. Informações pesquisas e pesquisadores em Enfernagem. São Paulo, 1916. 124 p.

INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (Brasil). Classificação Nacional e patentes. 3. ed. Rio de Janeiro, 1979. v. 9.

o Nota: Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação espeífica que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Nomes homônimos, usar a área geográfica, local.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Bibliografia do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações, 1971.
BIBLIOTECA NACIONAL (Lisboa). Bibliografia Vicentina. Lisboa: [s.n.], 1942.

5.3.1  Orgãos governamentais

o Nota: Quando se tratar de orgãos governamentais da administração (Ministérios, Secretarias e outros) entrar pelo nome geográfico em caixa alta (país, estado ou município), considerando a subordinação hierárquica, quando houver.

BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR, 1995. 24 p.

5.4  Tradutor, prefaciador, ilustrador, etc.

o Nota: Quando necessário, acrescenta-se informações referentes à outros tipos de responsabilidade logo após o título, conforme aparece no documento.

SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolás Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras Tascón, Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. 82 p.

6  ELABORAÇÃO REFERÊNCIAS

6.1 Monografias consideradas no todo

o Nota: Monografia é um estudo minuncioso que se propõe a esgotar determinado tema relativamente restrito. (cf. Novo dicionário da língua portuguesa, 1986)

AUTOR DA OBRA. Título da obra: subtítulo. Número da edição. Local de Publicação:Editor, ano de publicação. Número de páginas ou volume. (Série). Notas.

6.1.1  Livros

DINA, Antonio. A fábrica automática e a organização do trabalho. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1987. 132 p.

6.1.2  Dicionários

AULETE, Caldas. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Delta, 1980. 5 v.

6.1.3  Atlas

MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Atlas celeste.  5. ed. Petrópolis: Vozes, 1984. 175 p.

6.1.4  Bibliografias

INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃOEM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Bibliografia Brasileira de Ciência da Informação: 1984/1986. Brasília: IBICT, 1987

6.1.5 Biografias

SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolás Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras Tascón, Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. 82 p.

6.1.6 Enciclopédias

THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Chicago: Encyclopaedia Britannica, 1986. 30 v.

6.1.7 Bíblias

BÍBLIA. Língua. Título da obra. Tradução ou versão. Local: Editora, Data de publicação. Total de páginas. Notas (se houver).

BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica, 1980. Edição Ecumênica.

6.1.8  Normas Técnicas

ORGÃO NORMALIZADOR. Título: subtítulo, número da Norma. Local, ano. volume ou página (s).

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Resumos: NB-88. Rio de Janeiro, 1987. 3 p.

6.1.9  Patentes

NOME e endereço do depositante, do inventor e do titular. Título da invenção na língua original. Classificação internacional de patentes. Sigla do país e n. do depósito. Data do depósito, data da publicação do pedido de privilégio.   Indicação da publicação onde foi publicada a patente. Notas.

ALFRED WERTLI AG. Bertrand Reymont. Dispositivo numa usina de fundição de lingotes para o avanço do lingote fundido. Int CI3B22 D29/00.Den.PI 8002090. 2 abr. 1980, 25 nov. 1980. Revista da Propriedade Industrial, Rio de Janeiro, n.   527, p.17.

6.1.10 Dissertações e Teses

AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. Número de folhas ou volumes. Categoria (Grau e área de concentração) - Instituição, local.

RODRIGUES, M. V. Qualidade de vida no trabalho. 1989. 180f.. Dissertação (Mestrado em Administração) - Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.

6.1.11 Congressos, Conferências, Simpósios, Workshops, Jornadas e outros Eventos Científicos

NOME DO CONGRESSO. número, ano, Cidade onde se realizou o Congresso. Título…Local de publicação: Editora, data de publicação. Número de páginas ou volume.

o Nota: Quando se tratar de mais de um evento, realizados simultâneamente, deve-se seguir as mesmas regras aplicadas a autores pessoais.

6.1.11.1 Jornadas

JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 18, JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL, 8, 1996, Rio de Janeiro. Livro de Resumos do XVIII Jornada de Iniciação Científica e VIII Jornada de Iniciação Artística e Cultural.  Rio de Janeiro: UFRJ, 1996. 822 p.

6.1.11.2  Reuniões

ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW, 65., 1967, Washington. Proceedings...Washington: ASIL, 1967. 227 p.

6.1.11.3 Conferências

CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11., 1986, Belém. Anais…[S.l.]: OAB, [1986?]. 924 p.

6.1.11.4  Workshop

WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1., 1995, São Paulo. Anais… São Paulo: ICRS, USP, 1995. 39 p.

6.1.12  Relatórios oficiais

COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Departamento de Pesquisa Científica e Tecnológica. Relatório. Rio de Janeiro, 1972. Relatório. Mimeografado.

6.1.13 Relatórios técnico-científicos

SOUZA, Ubiraci Espinelli Lemes de; MELHADO, Silvio Burratino. Subsídios para a avaliação do custo de mão-de-obra na construção civil. São Paulo: EPUSP, 1991. 38 p. (Série Texto Técnico, TT/PCC/01).

6.1.14  Referências Legislativas

6.1.14.1  Constituições

PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Constituição (data de promulgação). Título. Local: Editor, Ano de publicação. Número de páginas ou volumes. Notas.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).

6.1.14.2  Leis e Decretos

PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Lei ou Decreto , número, data (dia, mês e ano). Ementa. Dados da publicação que publicou a lei ou decreto.

BRASIL. Decreto n. 89.271, de 4 de janeiro de 1984. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 48, p. 3-4, jan./mar.,1. trim. 1984. Legislação Federal e marginália.

BRASIL. Lei n. 9273, de 3 de maio de 1996. Torna obrigatório a inclusâo de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis.  Lex:  Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 60, p. 1260, maio/jun., 3. trim.1996. Legislação Federal e Marginália.

6.1.14.3 Pareceres

AUTOR (Pessoa física ou Instituição responsável pelo documento). Ementa, tipo, número e data (dia, mês e ano) do parecer. Dados da publicação que publicou o parecer.

BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias, cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. 1.994, de 29 de dezembro de 1982. Parecer normativo, n. 6, de 23 de março de 1984. Relator: Ernani Garcia dos Santos. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo,  p. 521-522,  jan./mar. 1. Trim., 1984. Legislação Federal e Marginália.

6.1.14.4  Portarias, Resoluções e Deliberações

AUTOR. (entidade coletiva responsável pelo documento). Ementa (quando houver). Tipo de documento, número e data (dia, mês e ano). Dados da Publicação que publicou.

6.1.14.5 Portarias

BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos - ECT do sistema de arrecadação. Portaria n. 12, de 21 de março de 1996. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p. 742-743, mar./abr., 2. Trim. 1996. Legislação Federal e Marginália.,

6.1.14.6 Resoluções

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Aprova as instruções para escolha dos delegados-eleitores , efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal. Resoluçã n. 1.148, de 2 de março de 1984. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p.425-426, jan./mar., 1. Trim. de 1984. Legislação Federal e Marginália.

6.1.14.7 Acórdãos, Decisões, Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais

AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento). Nome da Corte ou Tribunal. Ementa (quando houver). Tipo e número do recurso (apelação, embargo, habeas-corpus, mandado de segurança, etc.). Partes litigantes. Nome do relator precedido da palavra "Relator". Data, precedida da palavra (acórdão ou decisão ou sentença) Dados da publicação que o publicou. Voto vencedor e vencido, quando houver.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo, permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor. Ocorrência, ademais, de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda. Coisa julgada. Inexistência. Ação de consignação em pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê-lo, pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida. Ação rescisória julgada improcedente. Acórdão em ação rescisória n. 75-RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator: Ministro Barros Monteiro. DJ, 20 nov. 1989. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v.2, n. 5, jan. 1990. p.7-14.

6.2  Partes de Monografias

AUTOR da parte. Título da parte. Termo In: Autor da obra. Título da obra. Número da edição. Local de Publicação: Editor , Ano de publicação. Número ou volume, páginas inicial-final da parte,e/ou isoladas.

6.2.1  Capítulos de livros

NOGUEIRA, D. P. Fadiga. In: FUNDACENTRO. Curso de médicos do trabalho. São Paulo, 1974. v.3, p. 807-813.

6.2.2  Verbetes de Enciclopédias

MIRANDA, Jorge. Regulamento. In: POLIS Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado: Antropologia, Direito, Economia, Ciência Política. São Paulo: Verbo, 1987. v. 5, p. 266-278.

6.2.3  Verbetes de Dicionários:

HALLISEY, Charles. Budismo. In: OUTHWAITE, William; BUTTOMORE, Tom. Dicionário do pensamento social do século XX. Tradução de Eduardo Francisco Alves; Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar, 1996. p. 47-49.

6.2.4 Partes isoladas

MORAIS, Fernando. Olga.   São Paulo: Alfa-Omega, 1979. p. 90, 91, 96, 175, 185.

6.2.5 Bíblia em parte

Título da parte. Língua. In: Título. Tradução ou versão. Local: Editora, data de publicação. Total de páginas. Páginas inicial e final da parte. Notas (se houver).

Jó. Português. In: Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Rio de Janeiro: Encyclopedia Britânnica, 1980. p. 389-412. Edição Ecumênica. Bíblia. A. T.

6.2.6 Trabalhos apresentados em Congressos, Conferências, Simpósios, Workshops, Jornadas, Encontros  e outros Eventos Científicos.

AUTOR. Título do trabalho. In: NOME DO CONGRESSO, número, ano, Cidade onde se realizou o Congresso. Título (Anais ou Proceedings ou Resumos…). Local de publicação: Editora, data de publicação. Total de páginas ou volumes. Páginas inicial e final do trabalho.

6.2.6.1 Encontros

RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD, 13., Belo Horizonte, 1989.   Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. 500 p. p. 455-468.

6.2.6.2 Reuniões Anuais

FRALEIGH, Arnold. The Algerian of independence. In: ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW, 61, 1967, Washington. Proceedings… Washington: Society of International Law, 1967. 654 p. 6-12.

6.2.6.3 Conferências

ORTIZ, Alceu Loureiro. Formas alternativas de estruturação do Poder Judiciário. In: CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11., 1986, Belém. Anais… [S.l.]: OAB, [1986?]. 924 p. p. 207-208.

6.2.6.4  Workshop

PRADO, Afonso Henrique Miranda de Almeida. Interpolação de imagens médicas. In: WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1., 1995, São Paulo. Anais…São Paulo: IMCS, USP, 1995. 348 p. p.2.

7 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

7.1 Consideradas no todo

7.1 1  Coleções

TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, ano do primeiro e último volume. Periodicidade. ISSN (Quando houver).

TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP. 1989-1997. Quadrimestral. ISSN: 0103-3786

7.1.2  Fascículos

TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, volume, número, mês e ano.

  VEJA. São Paulo: Editora Abril, v. 31, n. 1, jan. 1998.

7.1.3 Fascículos com título próprio

TÍTULO DO PERIÓDICO. Titulo do fascículo. Local de publicação (cidade): Editora, volume, número, mês e ano. Notas

GAZETA MERCANTIL. Balanço anual 1997. São Paulo, n. 21, 1997. Suplemento. 

EXAME. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil, São Paulo: Editora Abril. jul. 1997. Suplemento.

7.2 PARTES DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

7.2.1 Artigo de Revista

AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título da Revista, (abreviado ou não) Local de Publicação, Número do Volume, Número do Fascículo, Páginas inicial-final, mês e ano.

ESPOSITO, I. et al. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, v. 8, n. 32, p. 37-45, out./dez. 1979.

7.2.2 Artigo de jornal

AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Jornal, Local de Publicação, dia, mês e ano. Número ou Título do  Caderno, seção ou suplemento e, páginas inicial e final do artigo.

o Nota: Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação, conforme modelo anexo. Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo precede a data.

OLIVEIRA, W. P. de. Judô: Educação física e moral. O Estado de Minas, Belo Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno de esporte, p. 7.

SUA safra, seu dinheiro. Folha de São Paulo, São Paulo, 17 ago. 1995. 2. cad. p. 9.

8 IMPRENTA (Local, Editora e Data)

8.1 Local

o Nota: nome do local (cidade), deve ser indicado tal como aparece na obra referenciada. Quando houver homônimos, acrescenta-se o nome do estado ou país.

  • Viçosa, MG

Viçosa, RN

o Nota: Quando o Local e a Editora não aparecem na publicação mas é conhecio, indicar entre colchetes.

[S.l. : s. n.]

8.2 Editora

o Nota: quando o editor é o mesmo autor, não mencioná-lo como editor. Quando houver mais de uma editora, indica-se a que aparecer com maior destaque na folha de rosto, as demais podem ser também registradas com os respectivos lugares.

Ex: São Paulo: Nobel

Rio de Janeiro: Makron; São Paulo: Nobel

8.3 Data

o Nota: A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos. Por se tratar de elemento essencial para a referênia, sempre deve ser indicada uma data, seja da publicação, da impressão, do copirraite ou outra. Quando a data não consta na obra, registrar a data aproximada entre colchetes.

[ 1981 ou 1982] um ano ou outro

[1995?] data provável

[1995] data certa não indicada na obra

[ entre 1990 e 1998] use intervalos menores de 20 anos

[ca.1978] data aproximada

[199-] década certa

[199?] década provável

[19--] para século certo

[19--?] para século provável

9 SÉRIES E COLEÇÕES

o Nota : Ao final da referência indicam-se os títulos das Séries e Coleções e sua numeração tal qual figuram no documento, entre parênteses.

PÁDUA, Marsílio. O defensor da paz. Tradução e notas de José Antônio Camargo.
Rodrigues de Souza, introdução de José Antônio Camargo Rodrigues de Souza; Gregório Francisco Bertolloni. Petrópolis: Vozes, 1997. 701 p. (Clássicos do pensamento político).

10  NOTAS

São informações complementares acrescentadas no final da referência, sem destaque tipográfico.

10.1  Abstracts

BIER, Ethan. Anti-neural inhibition: a conserved mechanism for neural induction. Cell, Cambridge, v. 89, n. 5, 1997. P. 681-684. Chemical abstracts, Ohio: CAS, v. 127, n. 6. ago, 1997. p. 409.Abstracts.

10.2 Autor desconhecido

PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, Lenilson Naveira e. Gerência da vida: reflexões filosóficas. 3. ed. Rio Janeiro: Record, 1990. 247 p. p. 212-213. Autor desconhecido.

o Nota: Em obras cuja autoria é desconhecida, a entrada deve ser feita pelo título. O termo anônimo nunca deverá ser usado em substituição ao nome do autor.

10.3.  Dissertações e teses

AMBONI, Narcisa de Fátima. Estratégias organizacionais: um estudo de multicasos em sistemas universitários federais das capitais da região sul do país. 1995. 143 f. Dissertação (Mestrado em Administração) - Curso de Pós-graduação em Administração, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianóplois.

LOPES, Heitor Silveira. Analogia e aprendizado evolucionário: aplicação em diagnóstico clínico. 1996. 179 f. Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica) - Curso de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

10.4  Ensaios

MÉLO, Veríssimo de. Ensaios de antropologia brasileira. Natal: Imprensa Universitária, 1973. 172 p. Ensaio.

10.5. Facsimiles

SOUZA, João da Cruz. Evocações. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1986. 404 p. Edição fac-similar.

10.6  Notas de aula

KNAPP, Ulrich. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle: curso introdutório, 5-30 de set. de 1977. 26 f. Notas de Aula. Mimeografado.

10.7  Reimpressões

PUTNAN, Hilary. Mind, language and reality:  philosophical papers. Cambridge: Cambridge University, 1995. v. 2. Reimpressão.

10.8  Notas múltiplas

DUARTE, Raymundo. Notas preliminares do movimento messiânico de Pau de Colher: comunicação apresentada ao IV Colóquio Internacional de estudos Luso-Brasileiro. Salvador. 1969. Notas prévias. Mimeografado.

10.9  Resenhas

WITTER, Geraldina Porto (Org.). Produção científica. Transinformação, Campinas, SP, v. 9, n. 2, p.135-137, maio/ago. 1997. Resenha.

MATSUDA, C. T. Cometas: do mito à ciência. São Paulo: Ícone, 1986. Resenha de: SANTOS, P. M. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje, São Paulo, v. 5, n. 30, p. 20, abril. 1987.

10.10  Trabalhos não publicados

ALVES, João Bosco da Mota; PEREIRA, Antônio Eduardo Costa. Linguagem Forth. Uberlândia, 100 p. Trabalho não publicado

10.11 Tradução do original:

AUDEN, W. H. A mão do artista. Tradução de José Roberto O’Shea. São Paulo: Siciliano, 1993. 399 p. Título original: The dyer’s hand.

10.12  Tradução feita com base em outra tradução

MUTAHHARI, Murtadã. Os direitos das mulheres no Islã. Tradução por: Editora Islâmico Alqalam. Lisboa: Islâmica Alqalam, 1988. 383 p. Versão inglesa. Original em Persa.

11 OUTROS TIPOS DE DOCUMENTO

11.1 Atas de reuniões

NOME DA ORGANIZAÇÃO. LOCAL. Título e data. Livro, número., páginas, inicial-final.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Central. Ata da reunião realizada no dia 4 de julho de 1997. Livro 50, p. 1.

11. 2 Bulas ( remédios)

TÍTULO da medicação. Responsável técnico (se houver). Local: Laboratório, ano de fabricação. Bula de remédio.

NOVALGINA: dipirona sódica. São Paulo: Hoechst, [ 199?]. Bula de remédio.

11.3 Cartões Postais

TÍTULO. Local: Editora, ano. Número de unidades físicas: indicação de cor.

BRASIL turístico: anoitecer sobre o Congresso Nacional - Brasília. São Paulo: Mercador. [198-]. 1 cartão postal: color.

11.4  Convênios

NOME DA PRIMERA INSTITUIÇÃO. Título. local, data.

o Nota: A entrada é feita pelo nome da instituição que figura em primeiro lugar no documento. O local é designativo da cidade onde está sendo executado o convênio.
CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPQ. Termo de compromisso que entre si celebram o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPQ, por intermédio de sua unidade de pesquisa, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT e a Universidade Federa de Santa Catarina - UFSC. Florianópolis, 1996.

11.5  Discos

AUTOR (compositor, executor, intérprete). Título. Direção artística (se houver). Local: Gravadora, número de rotações por minuto, sulco ou digital, número de canais sonoros. Número do disco.

DENVER, John. Poems, prayers & promises. São Paulo: RCA Records, 1974. 1 disco (38 min.): 33 1/3 rpm, microssulco, estéreo. 104.4049.
COBOS, Luís. Suíte 1700: con The Royal Philharmoníc Orchestra. Rio de Janeiro: Sony Music, 1990. 1 disco (45 min.): 33 1/3 rpm, microssulcos, estéreo. 188163/1-467603.

o Nota: Caso seja referenciado apenas 1 lado do disco, a indicação deve ser feita pela abreviatura L. , logo após a data. Em caso de coletânea, entrar pelo título.

TRACY CHAPMAN. São Paulo: Elektra, 1988. L. A, 1 disco (15 min.): 33 1/3rpm, microssulco, estéreo. 670.4170-A.

11.6  Discos Compactos (CD - Compact discs)

o Nota: A referência de discos compactos (compact discs) difere da do disco comum apenas pela indicação de compacto e pela forma de gravação.

JÓIAS da música. Manaus: Videolar Amazônica: [199?]. v. 1. 1 disco compacto (47 min.): digital, estéreo. DL: M-23206-94. Parte integrante da revista Caras. Os Clássicos dos clássicos.

LUDWIG, Van Beethoven. Beethoven: com Pastoral Emporor Moonlight sonata. São Paulo: movie Play: 1993. 1 disco compact (60 + min.): digital, estéreo. GCH 2404. The Grea test Classical Hits .

11.7 Entrevistas

o Nota: A entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado. Quando o entrevistador tem maior destaque, entrar por este. Para referenciar entrevistas gravadas, faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado. Para entrevistas publicadas em periódicos, proceder como em documentos considerados em parte.

NOME DO ENTREVISTADO. Título. Referência da publicação. Nota de entrevista

MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. Veja, São Paulo, n. 1528, p 9-11, 4 set. 1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima.

11.8  Fitas Gravadas

AUTOR (compositor, Intérprete). Título. Local: Gravadora, ano. Número e tipo de fitas (duração): tipo de gravação Título de série, quando existir.

PANTANAL. São Paulo: Polygran, 1990. 1 cassete son. (90 min.): estéreo.

11.9 Filmes e Vídeos

TÍTULO. Autor e indicação de responsabilidade relevantes (diretor, produtor, realizador, roteirista e outros). Coordenação (se houver). Local: Produtora e distribuidora, data. Descrição física com detalhes de número de unidades, duração em minutos, sonoro ou mudo, legendas ou de gravação. Série, se houver. Notas especiais.

O NOME da rosa. Produção de Jean-Jaques Annaud. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora, 1986. 1 Videocassete (130 min.): VHS, Ntsc, son., color. Legendado. Port.
PEDESTRIANT reconstruction. Produção de Jerry J. Eubanks, Tucson: Lawuers & Judges Publishing. 1994. 1 videocassete (40min.): VHS. NTSC, son., color. Sem narrativa. Didático.

11.10 Fotografias

AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio) Título. Ano. Número de unidades físicas: indicação de cor; dimensões.

o Nota: A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original, seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo, precedido da abreviatura fot. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio como, por exemplo,   um álbum. Esta informação deve preceder o número de fotos.

KELLO, Foto & Vídeo. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. 1997. 1 álbum

(28 fot.): color.; 17,5 x 13 cm.

11.11 Mapas e Globos

AUTOR. Título. Local: Editora, ano. Número de unidades físicas: indicação de cor, altura x largura. Escala.

o Nota: Ao indicar as dimensões do mapa, transcreve-se primeiro a altura. Referenciar globos como mapas, substituíndo o número de unidades físicas pela designação globo e indicando, na dimensão, o diâmetro do globo em centímetros.

SANTA CATARINA. Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. Mapa geral do Estado de Santa Catarina. [ Florianópolis], 1958. 1 mapa: 78 x 57 cm. Escala: 1:800:000.

11.12  Microfichas

o Nota: referenciar como a publicação original, mencionando-se ao final, o número de microfichas e redução, quando houver.

SPINELLI, Mauro. Estudo da motricidade articulatória e da memória auditiva em distúrbios específicos de desenvolvimento da fala. 1973. Tese (Doutorado em voz) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. 3 microfichas.

11.13  Microfilmes

o Nota: Referenciar como a pulicação original, seguida da indicação de unidades físicas e da largura em milímetros. Sendo em negativo, usar a abreviatura neg., após o número de unidades físicas, precedida de dois pontos.

O ESTADO, Florianópolis. v. 27, n. 8283-8431. jul./dez. 1941. 1 bobina de microfilme, 35 m.

11.14  Slides (diapositivos)

AUTOR. Título. Local: Produtor, ano. Número de slides: indicação de cor; dimensões em cm.

A MODERNA arquitetura de Brasília. Washington: Pan American Development Foundation, [197?]. 10 slides, color. Acompanha texto.

AMORIM, Hélio Mendes de. Viver ou morrer. Rio de Janeiro: Sonoro-Vídeo, [197?]. 30 slides, color, audiocassete, 95 min.

12 DOCUMENTOS ELETRÔNICOS

12.1  Arquivo em Disquetes

AUTOR do arquivo. Título do arquivo. Extensão do arquivo. Local, data. Características físicas, tipo de suporte. Notas.

KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 de maio de 1995. 1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for windows 6.0.

12.2  BBS

TÍTULO do arquivo. Endereço BBS: , login: , Data de acesso.

HEWLETT - Packard. Endereço BBS: hpcvbbs.cv.hp.com, login: new. Acesso em: 22 maio 1998.

UNIVERSIDADE da Carolina do Norte. Endereço BBS: launch pad. unc.edu. Login: lauch. Acesso em: 22 maio 1998.

12.3  Base de Dados em Cd-Rom: no todo

AUTOR. Título. Local: Editora, data. Tipo de suporte. Notas.

INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA - IBICT. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. Brasília: IBICT, n. 1, 1996. CD-ROM.

12.4  Base de Dados em Cd-Rom: partes de documentos

AUTOR DA PARTE. Título da parte. In: AUTOR DO TODO. Título do todo. local: Editora, data. Tipo de suporte. Notas.

PEIXOTO, Maria de Fátima Vieira. Função citação como fator de recuperação de uma rede de assunto. In: IBICT. Base de dados em Ciência e Tecnologia.  Brasília: IBICT, n. 1, 1996. CD-ROM.

12.5  E-mail

AUTOR DA MENSAGEM. Assunto da mensagem. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento, dia mês e ano.

o Nota: As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderá ser acrescentado os demais destinatários após o primeiro, separados por ponto e vírgula.

MARINO, Anne Marie. TOEFL brienfieng number [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <educatorinfo@gets.org> em 12 maio 1998.

12.6  FTP

AUTOR (se conhecido) . Título. Endereço ftp: , login: , caminho:, data de acesso.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Current directory is/pub. <ftp:150.162.1.90>,

login: anonymous, password: guest, caminho: Pub. Acesso em: 19 maio 1998.

GATES, Garry. Shakespeare and his muse.<ftp://ftp.guten.net/bard/muse.txt.> 1 Oct. 1996.

12. 7   Listas de Discussões

12.7.1 Mensagem recebida

AUTOR da mensagem. Título (Assunto). Nome da lista (se houver). Mensagem disponível em: <endereço da lista> data de acesso.

BRAGA, Hudson. Deus não se agradou dele e de sua oferta. Disponível em: <Evangelicos-l@summer.com.br.> em: 22 maio 1998.

o Nota: Caso trate-se de resposta de terceiros, a entrada dar-se-á pelo nome da mensagem original ou do autor da mensagem.Quando tratar de mensagem - reposta, Re ( Replay) deve preceder o título.

12.8  Monografias consideradas no todo (On-line)

AUTOR. Título. Local (cidade): editora, data. Disponível em: < endereço>. Acesso em: data.

O ESTADO DE SÃO PAULO. Manual de redação e estilo. São Paulo, 1997. Disponível em: <http://www1.estado.com.br/redac/manual.html>. Acesso em: 19 maio 1998.

12.9 Publicações Periódicas consideradas no todo (On-line)

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. LOCAL (cidade): Editora, volume, número, mês, ano. Disponível em: <endereço>. Acesso em: data.

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, Brasília, v. 26. n.3, 1997. Disponível em : <http://www.ibict.br/cionline>. Acesso em: 19 maio 1998.

12.10  Partes de Publicações Periódicas (On-line)

12.10.1  Artigos de Periódicos (On-line)

AUTOR. Título do artigo. Título da publicação seriada, local, volume, número, mês ano. Paginação ou indicação de tamanho. Disponível em: <Endereço.>. Acesso em: data.

MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998.

12.10.2 Artigos de Jornais (On-line)

AUTOR. Título do artigo. Título do jornal, local, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Disponível em: <Endereço>. Acesso em: data.

TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998.  Disponível em:<http://www.oglobo.com.br/>. Acesso em: 19 maio 1998.

UFSC não entrega lista ao MEC. Universidade Aberta: online. Disponível em:
< http://www.unaberta.ufsc.br/novaua/index.html>. Acesso em:19 maio 1998.

12.11  Homepage

AUTOR. Título. Informações complementares (Coordenação, desenvolvida por, apresenta..., quando houver etc...). Disponível em:. <Endereço>. Acesso em: data.

ETSnet. Toefl on line: Test of english as a foreign language. Disponível  em: <http://www.toefl.org>. Acesso em: 19 maio 1998.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Serviço de Referência. Catálogos de Universidades. Apresenta endereços de Universidades nacionais e estrangeiras. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br>. Acesso em: 19 maio 1998.